Flávio Bolsonaro amuou e, copiando os métodos esquizofrénicos do sheriff Trump, afirmou ser “impossível reconhecer estas eleições“, e ir pedir a sua anulação. Não se rende à “virada” de Lula. Chanfranices de criança. A inconveniência e a deselegância dos “9 dedos” saíram-lhe caras. Se não houver músculo, talvez se perspective uma nova tentativa arruaceira de invasão do Planalto. Há que conter a canalha que não respeita os veredictos democráticos.
Vale o ditado “quem os seus inimigos poupa, às mãos lhe morre“.
As eleições de amanhã em Israel para a Knesswt, assembleia legislativa unicameral, nos EUA, a 3 de Novembro, para a Câmara dos Representantes e para o Senado, e em França, a 18 de Abril de 2027, para a presidência podem dar origem a um ciclo de esperança para o que resta do mundo em ruínas e de uma Europa que gere, mas não reforma nem entusiasma.
Em França, as perspectivas não são as melhores, mesmo com a saída de Macron, um político fraco e titubeante.
Ainda assim, os tempos mais próximos poderão ser determinantes para uma recomposição do teatro político, aquele onde as peças decisivas, para o bem e para o mal, fazem a diferença, e que verdadeiramente conta no nosso dia-a-dia.
Rebelo Marinho