Donald Trump, actual presidente dos EUA, é percursor de todas as más práticas, desde as políticas às pessoais.
Com um ego maior que a estátua da Liberdade – que ele tanto ofende – pouco mais vê além desse desmesurado inchaço. Ademais, quando alguns efeitos de demência parecem juntar-se-lhe.
Acusação de vários crimes, falências, corrupção, mentira, acusações de pedofilia, xenofobia, invasões, ingerência política externa, terrorismo, misoginia, censura… e o que mais não nos ocorre, são práticas comuns que ele tornou vulgares e irradiantes como um vírus à cena política mundial.
Sempre que um resultado eleitoral lhe é desfavorável de imediato o põe em causa alegando delirantes teorias conspirativas (assunto que ele bem domina) congeminadas pelos adversários para o prejudicar.
Foi assim na eleição perdida para Joe Biden.
Hoje, com as eleições intercalares à porta, a 03 de Novembro, perante um cenário cada vez mais geral que prevê resultados catastróficos para os Republicanos de que é líder, com a possível perda em vários Estados e as consequências daí advenientes (impeachment incluído), Trump e os seus maquiavélicos acólitos, pagos pelos milhões do grande capital mundial – que á custa dele, como os magnates dos satélites e das redes sociais decuplicam as suas fortunas pessoais – começam a campanha de “assassinato político” dos putativos ganhadores adversários, recorrendo às mais vis das infâmias e ao “vale tudo”, da torpeza, às mais ignóbeis mentiras – matéria em que Trump é ás – para minar o eleitorado mais acrítico, mais volátil e mais influenciável.
Este último já veio à comunicação social manifestar a sua tristeza e a do seu partido pela derrota do seu “colega” Flávio Bolsonaro, no Brasil, aconselhando assertivo o governo português a tomar precauções no reconhecimento da vitória de Lula da Silva. Nunca lhe faltou o descaramento…
Flávio Bolsonaro, apóstolo de Trump, derrotado ontem na 2ª volta das eleições brasileiras, recusa-se a reconhecer o voto democrático dos seus concidadãos e vai impugnar as eleições – em vão, queremos crer – para tentar alterar os resultados a seu favor, na secretaria, claro.
Este é o mundo onde impera a Nova Ordem. A Nova Ordem que é a de Trump, Putin, Netanyahu, e demais prosélitos e sequazes.