Mesmo na América latina mais ditatorial ou na África mais corrupta será difícil encontrar um governante que chegue aos calcanhares de Donald Trump, o 47º presidente dos EUA.
Nenhum dos seus 46 antecessores conseguiu igualá-lo – e vai a procissão no adro – em arrogância, desfaçatez, mentira, corrupção, autocracia, xenofobia, criminalidade, pedofilia e o que mais se verá.
Deturpando e anulando a Verdade, centrado nas crónicas e constantes “fake news”, jogando sujo em todos os tabuleiros, da política interna à externa, Trump, sem pejo nem pudor, continua a disseminar o seu “vírus” de malevolência planeta afora.
E contudo, o Irão continua a rir-se das suas alegadas façanhas, continua a ripostar aos ataques, apesar das sequelas infligidas e morte de seus líderes, nunca firmou o alegado acordo de paz e o estreito de Ormuz continua fechado a bloquear parte da economia mundial. É obra…
Agora, visando decerto gerar insegurança e medo no clã Trump, o Irão publicou um vídeo no qual diz oferecer 10 milhões de euros pagos em criptomoedas a quem matar Barron, o mais jovem filho do presidente dos EUA.
Será um bluff, talvez. Já antes tinham ameaçado matar Trump e mais tarde, sua mulher Melania.
Esta transferência “clandestina” não foi do conhecimento dos restantes ocupantes do avião presidencial, tripulação, membros do staff e jornalistas que o acompanhavam, que seguiram viagem julgando ter o presidente a bordo.
Perante os factos e a insistência dos jornalistas, o director de comunicação do governo norte-americano, laconicamente referiu: “ Como o presidente afirmou recentemente, há muitos inimigos dos Estados Unidos que o têm na mira, e utilizamos todos os meios ao nosso alcance para fazer face a essas ameaças”.
Ou seja, a inquietação paira no ar, as ameaças são consideradas credíveis e, instalado o medo, a tranquilidade desaparece, nada mais sendo como dantes no sibarítico éden presidencial.