Impacto da pandemia Covid-19 no sono dos portugueses 

A pandemia Covid-19 está a ter um forte impacto no quotidiano das pessoas, com implicações na forma como se sentem, socializam, trabalham e consomem. Uma das funções fisiológicas que tem sido muito afetada é o sono, devido a fatores como a sensação de incerteza, a ansiedade, o medo e o pânico que se geraram neste período.

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  • 7:07 | Terça-feira, 21 de Julho de 2020
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32% dos portugueses com mais dificuldades em dormir depois da pandemia.

O impacto da pandemia no sono é maior junto das mulheres (26%).

50% dos inquiridos nunca (ou poucas vezes) consegue dormir uma noite seguida.

Apenas 30% das mulheres e dos jovens (18-24 anos) conseguem ter uma noite reparadora.

A pandemia Covid-19 está a ter um forte impacto no quotidiano das pessoas, com implicações na forma como se sentem, socializam, trabalham e consomem. Uma das funções fisiológicas que tem sido muito afetada é o sono, devido a fatores como a sensação de incerteza, a ansiedade, o medo e o pânico que se geraram neste período.

Para avaliar o impacto da pandemia Covid-19 no sono dos portugueses, a marca Aquilea em parceria com a Ipsos Apeme, conduziu um estudo junto da população portuguesa. Foram realizadas 400 entrevistas online junto da população geral, com idades entre os 18 e os 65, com o objetivo de perceber o padrão de sono durante a pandemia. A amostra considerou quotas de género, idade e região, de acordo com o perfil da população.

Segundo o estudo, um em cada quatro inquiridos manifesta dificuldades em dormir, com especial incidência na faixa etária entre os 45 e os 54 anos. 32% dos inquiridos assinala uma diminuição da qualidade do sono durante a pandemia, com as mulheres e os inquiridos da Grande Lisboa a destacarem-se face aos restantes. Quando abordada a frequência com que dormem uma noite seguida, cerca de metade dos indivíduos refere que nunca ou poucas vezes consegue dormir uma noite seguida, com as mulheres a manifestarem uma maior dificuldade do que os homens. No que toca à retoma do sono em caso de interrupção, são quase 6 em cada 10 os que manifestam maiores dificuldades em voltar a conciliar o sono.

 O estudo revela ainda que 60% dos inquiridos acordam cansados. Nas mulheres e inquiridos com idade entre os 18 e os 24 anos, essa expressão ainda é maior (aprox. 70%).

O estudo conclui que durante a pandemia o sono dos portugueses tem sido afetado, com maior incidência junto do sexo feminino, manifestando diminuição na qualidade do sono, dificuldade em dormir uma noite seguida, dificuldade em retomar o sono quando acorda durante a noite e acordar cansado.  Estas conclusões vêm reforçar as várias pesquisas que têm sido feitas mundialmente e que revelam que são as mulheres que têm mais dificuldades em dormir devido a problemas de saúde, preocupações, aumento de responsabilidades familiares, stress, enquanto os homens adormecem com maior facilidade e têm um sono contínuo.

Ter uma boa noite de sono é fundamental para a saúde porque é neste período que recuperamos as nossas capacidades físicas, intelectuais e mentais. O descanso e a recuperação fazem parte um estilo de vida saudável e são essenciais para a saúde. O sono fortalece o sistema imunológico, liberta a secreção de hormonas – como de crescimento e a insulina – consolida a memória, deixa a pele mais bonita e saudável, para além de relaxar e descansar o corpo.

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