O turco

Precisamente o que Ursula Von Der Leyen mostrou não ser, nem ter, no triste episódio do " Sofagate", protagonizado pela própria, pelo presidente do Conselho Europeu e pelo turco que a UE ainda admite vir a aceitar como parceiro, vendendo a honra de Adenauer e hipotecando os ideais de Schuman e Monnet.

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  • 19:49 | Quinta-feira, 29 de Abril de 2021
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O que espero de um líder é que lidere. Muito de tudo e nada de coisa pouca. Sem líder, não há liderança. E o que é a liderança? Inteligência, carisma, aura, íman, magnetismo, determinação, coragem, capacidade de fazer rupturas, de seguir contra os ventos, capaz de surfar as ondas, de transformar, de convencer, de agregar. E é tudo.

Precisamente o que Ursula Von Der Leyen mostrou não ser, nem ter, no triste episódio do ” Sofagate”, protagonizado pela própria, pelo presidente do Conselho Europeu e pelo turco que a UE ainda admite vir a aceitar como parceiro, vendendo a honra de Adenauer e hipotecando os ideais de Schuman e Monnet.

A senhora ficou fora dos cadeirões presidenciais e sentou-se no sofá, reduzida ao lugar de intérprete. Foi a igualdade de género no seu apogeu. Perante isto, a D. Ursula não se impôs, não exigiu, não abandonou o encontro, não afirmou a União Europeia, defensora e guardiã dos valores e princípios da igualdade e tolerância, que deambula, faustosa e impante, entre Bruxelas e Estrasburgo.

Em vez disso, participou. E, no final, afirmou ter-se sentido “magoada”, “sozinha” e “só aconteceu por ser mulher”.


Em vez de uma líder, temos uma queixinhas, uma lamechas, um Calimero. É triste. E pouco.

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