De os “possuídos” até à insondável Lusitânia

por Paulo Neto | 2016.07.19 - 16:47

 

 

Há gente a fazer política partidária possuída por uma patologia qualquer do foro psiquiátrico que a transporta do real, para o qual deram poderoso contributo negativo, para um virtual num mundo de faz-de-contas, onde pontifica a ficção, o onírico e o sonho.

Em suma, aquilo que gostariam de ter podido fazer, nunca o tendo almejado. PPC e Assunção Cristas são dois desses espécimenes.

Maria Luís Albuquerque não lhes fica atrás.

Rangel e Assis, noutro campeonato, o das sinecuras doiradas, a seu modo, são também uns fora-de-série…

 

Em Viseu também há gentinha dessa laia.

À moda mais caseira, tipo “rancho à portuguesa”, lá vão fazendo suas petisquetas e caldeiradas de modo muito ajustadinho ao pão-nosso-de-cada-dia, esquecendo terem acendido o fósforo que incendiou os trigais…

A seu tempo se verá a dimensão da calamidade.

 

O célebre e triste caso da Lusitânia, ADR nunca conseguiu ser dilucidado nem explicado pelos seus intervenientes/participantes de modo a que a opinião pública tivesse dissipadas todas as eventuais dúvidas acerca daqueles 25 milhões de euros europeus que parecem ter-se volatilizado num estranhíssimo golpe de fina prestidigitação.

Talvez porque os intervenientes neste projecto tenham sido mais que as “mães”, passou à História como passam nos anais forenses os processos indesvendáveis… http://www.ruadireita.pt/ultima-hora/os-silencios-de-chumbo-lusitania-sociedade-de-desenvolvimento-regional-que-desfecho-3075.html