7 anos depois e 600 milhões gastos, e agora Almeida Henriques?

Mas não, pelo contrário, aquilo a que assistimos foi e é uma morte lenta que começa até no esboroar do seu executivo com, por exemplo, a saída de um dos homens-chave de uma das 3 prioridades estratégicas, a da Solidariedade e Inclusão Social, Joaquim Seixas, o vice-presidente que lhe virou costas decerto na presciência de Almeida Henriques estar perdido e à deriva na sua trágica navegação.

  • 15:48 | Quinta-feira, 11 de Fevereiro de 2021
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Olhando para o Programa de Candidatura de António Almeida Henriques à Câmara Municipal de Viseu, apresentado a 13 de Outubro de 2013, sobre o tema Viseu Primeiro (?), em 3 prioridades estratégicas, 1. Desenvolvimento Económico, 2. Solidariedade e Inclusão Social, 3. Coesão Territorial, do Centro Histórico regenerado às aldeias revitalizadas, percebemos estar perante um flop grandioso, uma notável incapacidade de fazer inversamente proporcional à capacidade de se autopromover, uma indiligência na prossecução de objectivos, um despesismo extravagante sem obra à vista… no fundo, se Almeida Henriques herdou do seu antecessor Fernando Ruas uma cidade com uma qualidade de vida apreciável, tem neste momento e a 7 meses do final do seu 2º mandato, uma cidade decadente, de Norte perdido e perdida no tempo das irrealizações e das megalomanias absurdas.

Gastando mais de 600 milhões de euros neste período, lógico seria que os viseenses vissem o dinheiro dos seus impostos investido com qualidade e com retorno na sua qualidade de vida.

Mas não, pelo contrário, aquilo a que assistimos foi e é uma morte lenta que começa até no esboroar do seu executivo com, por exemplo, a saída de um dos homens-chave de uma das 3 prioridades estratégicas, a da Solidariedade e Inclusão Social, Joaquim Seixas, o vice-presidente que lhe virou costas decerto na presciência de Almeida Henriques estar perdido e à deriva na sua trágica navegação.


Também Jorge Sobrado, o vereador-maravilha, o homem da Cultura, depois de ter gasto mais de 15 milhões de euros, saiu apressado antes do fim, invocando ter chegado ao fim… de um ciclo.

Serão penosos estes últimos meses de mandato, mandato esse de muitas adjudicações até ver inconsequentes, com o dinheiro a escassear, sem “exército” para avançar e desnorteado no ziguezaguear de tanta incoerência programática e ausência de coesão da equipa.

O vereador da oposição Baila Antunes afirmou, assumidamente e com provas concretas, que das 50 promessas feitas havia um total de 80% de promessas incumpridas. Ou seja, em 7 anos e meio, 600 milhões depois, cumpriu (?) 10 promessas…

 

 

E é este o candidato a mais um mandato… talvez para cumprir mais 4 ou 5 promessas com custos de 300 ou mais milhões.

É poucochinho, senhor presidente, poucochinho o cumprido, não o dinheiro gasto…

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