Rebelo Marinho vai tornar pública, no próximo dia 25 de Janeiro, pelas 15H00, na Biblioteca Municipal do Sátão, a sua última obra “A Valsa dos Amantes”.
A apresentação estará a cargo do docente da ESEV-IPV, Fernando Alexandre Lopes.
“A Valsa dos Amantes” (2025) é o seu sétimo livro, depois de ter publicado “O Carteiro” (2018), “O Bastardo” (2021), “Gentes da Nossa Terra” (2022), “O Guião das Almas” (2023), “Elias, o macaquinho de rabo pelado” (2023) e “A Herança” (2025).

“A VALSA DOS AMANTES”
SINOPSE
Baseado em factos reais, o romance, cuja acção principal decorre no Portugal democrático, explora as vicissitudes de uma relação construída sobre os escombros de um casamento desfeito pelo estopim do adultério.
A violência psicológica, a dor, o desencanto, o divórcio e as sobras que dele ficam, o estigma, o trauma e a frustração desencadeiam uma espiral de emoções contraditórias e um labirinto de entradas e saídas frágeis, de portas e janelas moídas, nós e embaraços, que só um amor maduro, sereno e amigo, tranquilo e cúmplice, vencendo traumas e derrubando muros, se mostra capaz de desatar e resgatar a esperança.
“A Valsa dos Amantes” é a história de um adultério consentido de um reputado jornalista, seguido de extrema violência conjugal, que desencadeia, em vertiginosa sequência, uma teia de relações explosivas, amizades perigosas e cumplicidades improváveis.
E para guarnecer a cuspíde da intriga, não pode faltar o desvirtuoso preconceito e o malfadado estigma social da homossexualidade.
Uma narrativa empolgante, com personagens incomuns, que serve, em combinações singulares, únicas e surpreendentes, amor e intriga, ciúme e perdão, mistério e traição, crime e castigo.
Escrito em linguagem nua e dura, um romance disruptivo, centrado numa perigosa teia de relações familiares. A vingança, o sentimento tão humano, quão animal. A inveja, a fatalidade tão geneticamente lusitana. A hipocrisia, o caminho estreito para subir na vida.
O autor, Rebelo Marinho, é assíduo e estimado colaborador da Rua Direita, que enriquece semanalmente com as suas lúcidas e acutilantes crónicas de segunda-feira.
