Um dos destaques da época pascal é a iniciativa “Clérigos by Night” especial Páscoa, que promove subidas à Torre dos Clérigos em horário noturno, cuja última entrada é às 22h30. Esta experiência oferece uma vista única sobre a cidade do Porto, proporcionando a contemplação do centro histórico do Porto e Gaia iluminado, num ambiente particularmente especial nesta época pascal.
Ao longo dos dias 2, 3 e 4 de abril, sempre às 12h00, o público é convidado a acompanhar, através da música, a narrativa simbólica da Páscoa, da Última Ceia à Crucificação e ao recolhimento do Sepulcro, num ciclo de concertos que cruza património, fé e criação artística.
Sob a interpretação de Rui Soares, no órgão, Henk van Twillert, no saxofone, e do Baritone Baroque Collective, o programa percorre algumas das mais emblemáticas obras do repertório sacro europeu.
A partir de 26 de março, a Igreja dos Clérigos acolhe também a segunda edição do ciclo “Clérigos Immersive Concert: Spiritus Vitae – Sons de Primavera”, que estará em exibição nos dias 26 e 31 de março e 1, 3, 4 e 6 de abril, sempre às 21h00. A iniciativa transforma o interior do monumento numa vibrante celebração musical, combinando música ao vivo com projeções a 360º sobre a arquitetura de Nicolau Nasoni.
“Esta é uma época muito especial para a Torre dos Clérigos, pelo que não podíamos deixar de a assinalar com uma oferta diversificada, capaz de atrair diferentes públicos. Numa semana que convida à reflexão e à introspeção, os visitantes encontram neste espaço uma conjugação única de arte, música e descoberta”, afirma Manuel Fernando, presidente da Irmandade dos Clérigos.
Sobre a Irmandade e Torre dos Clérigos:
Constituída pela união de três instituições nascidas no Século XVII no Porto, a Irmandade dos Clérigos é uma instituição solidária, responsável pela gestão do conjunto arquitetónico Clérigos, classificado Monumento Nacional desde 1910. Desenhadas pelo arquiteto Nicolau Nasoni, a Igreja e a Torre são a casa da Irmandade dos Clérigos desde 28 de março de 1748. Desde 2014, ano da sua musealização, tanto a Igreja, lugar de culto, quanto a Torre e o Museu são palco de uma agenda cultural intensiva nas áreas da música, pintura, escrita e fotografia, que se juntam às exposições permanentes do acervo da Irmandade dos Clérigos.
http://www.torredosclerigos.pt/pt/
(Foto DR)