O “caso Epstein” que já fez e continuará a fazer correr muita tinta é um dos mais abomináveis, abjectos, nojentos e horrorosos temas da actualidade mundial.
A dita elite da política, da alta finança, das artes, da ciência… é aqui compactada numa caixa de Pandora onde os escândalos menores serão a sua insaciabilidade por jovens adolescentes, sendo os até aqui maiores a espionagem com troca de informações altamente confidenciais por parte de presidentes, príncipes, embaixadores et al. Contudo, o pior, ao que se consta, ainda está para vir e prender-se-á com assassínios de jovens menores e rituais satânicos, entre outros.
Para já, o mentor-mor (há quem refira que trabalhava para os serviços secretos de potência do médio oriente a quem passava os extorquidos segredos de Estado) que foi julgado e condenado, ter-se-á inexplicavelmente enforcado na sua cela.
Também o embaixador britânico nos EUA, o barão Peter Mandelson, se vê envolvido nesta interminável teia, assim como antigos ministros como é o caso do francês Jack Lang, antigo titular da pasta da Cultura mais a sua filha.
Nos milhões de “Epstein files”, passam milhares de “graúdos”. Nestes ficheiros, em posse da procuradora-geral norte-americana, uma indigna serventuária do trumpismo, Pam Bondi, tudo tem sido truncado, alterado, corrompido, preservando os nomes de Donald Trump, Bil Clinton e inúmeros senadores e congressistas republicanos e democratas. Também Kash Patel, o director do FBI por Trump nomeado, tem veementemente coadjuvado esta ignóbil tarefa. Os nomes que não foram truncados, ao invés dos dos algozes, foram os das vítimas, na sua maioria crianças de menor idade recrutadas por Epstein e Ghislaine.
Diz-se que o pior está para vir. Nos EUA, se a justiça (com minúsculas) ao serviço do oligarca-presidente da extrema direita Donnald Trump fosse séria e imparcial, ao invés de uma reles ópera bufa de terceira, já muitas centenas de protagonistas da tal pseudo-elite estariam atrás das grades…