O MEL junta-os…

Sejam Liga, Vox, Chega, Fidesz, AfD, Agrupamento Nacional, et all, têm na frase que Salvini usa e foi buscar ao seu congénere fascista e inspirador Benito Mussolini “Tanto nemici, tanta onore” (Muitos inimigos, muita honra), a propósito da sua política anti-imigração, a “anima” e essência da sua razão de ser: o ódio, a intolerância, o racismo, a conflitualidade…

  • 15:07 | Terça-feira, 25 de Maio de 2021
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O mel de abelha (haverá outro?) é um alimento natural fantástico com muitas propriedades curativas. Rico em antioxidantes, protege o corpo e o coração do envelhecimento, diminui a pressão sanguínea, os triglicerídeos, o colesterol e ainda consegue ser um adoçante natural.

O MEL, Movimento Europa e Liberdade (?) junta o PSD, o CDS, a IL e o Chega numa congregação que se pretende esclarecedora sobre o nosso continente e a liberdade nele vivida.

Todavia, por exclusão de partes e de partidos, mais parece ser um movimento de enjeitados limitado.


Enjeitados do poder que lhes anda arredio, limitado na direita e extrema-direita que associam.

Provavelmente, aqui estará a semente da união nacional de quatro partidos em nome da Europa livre.

Decerto a liberdade de Marine, de Calvini, de Abascal, de Weidel, de Gauland, de Órban, de Ventura…

Sejam Liga, Vox, Chega, Fidesz, AfD, Agrupamento Nacional, et all, têm na frase que Salvini usa e foi buscar ao seu congénere fascista e inspirador Benito Mussolini “Tanto nemici, tanta onore” (Muitos inimigos, muita honra), a propósito da sua política anti-imigração, a “anima” e essência da sua razão de ser: o ódio, a intolerância, o racismo, a conflitualidade…

Estranho será ver Rui Rio e, vá lá, Francisco Rodrigues dos Santos a bordo do mesmo cacilheiro.

Talvez afinal Rio, assim, encostado, consiga liderar alguma coisa, para um Portugal congregado na invocada “liberdade do cidadão”, no “combate à resignação” e pela “liberdade económica”. Dizem eles…

“Unidos pela construção de um horizonte de futuro para Portugal e pela dignificação da imagem política na sociedade portuguesa”, este é um dos lemas do MEL. O horizonte de futuro será o da governança da direita radical, a dignificação da imagem política será feita, talvez, pelo incitamento ao ódio e à violência que se começa a ver por aí.

 

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