Engolir Sapos no Teatro Municipal Baltazar Dias

"Engolir Sapos" é uma co-produção Teatro Viriato, Teatro Municipal do Porto e Centro de Arte de Ovar, onde já foi apresentado.

Texto Rua Direita Fotografia José Alfredo (DR)
  • 7:00 | Domingo, 28 de Junho de 2020
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O espetáculo “Engolir Sapos” regressa num formato muito especial que chegará a sua casa!

O espetáculo sobre preconceitos e sapos de loiça será transmitido no dia 2 de Julho, pelas 21h00, pelo facebook do Teatro Municipal Baltazar Dias em: ( www.facebook.com/TeatroMunicipalBaltazarDias/  )

No âmbito desta apresentação, a Amarelo Silvestre irá participar na Conversa “Estereótipos e Preconceitos”, promovida no dia 29 de Junho, pelas 17h00, pelo Teatro Municipal Baltazar Dias. Poderá assistir à conversa através da página de facebook do Teatro Municipal Baltazar Dias .

E porque não há duas sem três, nos dias 30 de Junho e 1 de Julho, pelas 15h00, a Amarelo Silvestre promove sessões da Oficina de Filosofia “Anatomia do Diferente”, com Leonor Barata, para seniores (sessão do dia 30 de Junho) e para famílias (sessão do dia 1 de Julho).

A inscrição é gratuita e poderá ser efectuada através do email teatro.municipal@cm-funchal.pt

“Engolir Sapos” é uma co-produção Teatro Viriato, Teatro Municipal do Porto e Centro de Arte de Ovar, onde já foi apresentado, para além das apresentações no Projecto 23 Milhas, Teatro Virgínia, no Cine-Teatro de Torres Vedras e no Auditório dos Bombeiros Voluntários de Canas de Senhorim.

Sinopse do Espectáculo

“Engolir Sapos” é uma reflexão artística sobre preconceitos e sapos de loiça.
>Em Portugal, existem entre 40 e 60 mil ciganos, uma minoria entres as maiorias. Em Portugal, existem entre centenas e milhares de sapos de loiça em estabelecimentos comerciais, uma minoria entre as maiorias dos produtos expostos. Os sapos existem para decorar. E para afastar. Ciganos. Quem somos nós que expomos sapos, quem somos nós que tememos sapos, quem somos nós?

Sinopse da Oficina

Em “Anatomia do Diferente” pretende-se debater de forma livre, sem um guião fechado à priori, sem conclusões previamente definidas, o que é que temos em nós de preconceitos. Quais foram os mecanismos da sua apropriação? O debate, sempre contraditório, será realizado através de jogos livres de associação e de pergunta-resposta, com orientação de Leonor Barata.

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