A nível global, estamos a viver as catastróficas consequências de três governantes de incomensurável peso e temível acção.
Donald Trump, Benjamin Netanyahu e Vladimir Putin.
Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, a 24 de fevereiro de 2022 que se gerou um clima bélico que se alastrou do médio oriente, Israel, Palestina, Irão, Líbano… até aos EUA e daqui à Venezuela e, se deixassem Trump, até à Dinamarca, à Gronelândia e demais territórios que a sua insaciável gula quer anexar, não numa política de cariz expansionista imperialista como o seu “amigo” Putin, não como o arrasador primeiro-ministro israelita, mas sim ao “Donald Way” que, como um perdigueiro de raça apurada fareja riqueza pessoal na mais funda lura.
Estão também os próprios israelitas a pagar a raiva de Netanyahu e dos seus radicais ministros como, por exemplo, Itamar Bem-Gvir que tem nas mãos as forças policiais e é líder do partido de extrema-direita “Poder Judeu”, no passado condenado por apoiar movimentos terroristas e por incitamento ao ódio e à xenofobia.
Trump e Netanyah jogam o tudo ou nada, o primeiro com eleições intercalares em novembro, que poderão mudar o curso da política republicana e, em Israel, no próximo mês de outubro as eleições legislativas que, se forem perdidas, deporão o derrotado nas mãos da Justiça para poder ser julgado por crimes como genocídio, entre outros.
Quanto à Rússia, com a autocracia vigente e aparentemente duradoira, com um clima letal para todos os opositores a Putin, só um terramoto o derrubará, terramoto que poderá ser o fim da guerra com a Ucrânia, sem vitória que lhe assista, com um número de centenas de milhares de jovens russos vítimas desse desvario e com as finanças num estado caótico para justificar ao povo russo.
Como pode o mundo ficar seraficamente refém de três indivíduos que o colocam à beira de uma 3ª e última Guerra Mundial?