Apresentação da reedição da obra de Aquilino Ribeiro “Quando os Lobos Uivam”

Serra dos Milhafres, finais dos anos 40, o Estado Novo resolve impor aos beirões uma nova e dura realidade: os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para usufruto comunitário e de onde essa comunidade beiroa retirava parte vital do seu sustento, seriam “expropriados”...

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  • 9:56 | Quarta-feira, 03 de Junho de 2026
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A Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva em colaboração com a Bertrand Editora vai apresentar a reedição da obra de Aquilino Ribeiro, “Quando os Lobos Uivam” (1958), que decorrerá no Parque Botânico Arbutus do Demo, pelas 15H00, do dia 20 de Junho (sábado).

 


 

Na apresentação estarão José Pacheco Pereira, político, investigador, escritor e professor e Henrique Monteiro, jornalista e escritor, sendo preletores Paulo Marques, presidente do Município, Liliana Soares, vereadora da Cultura, Paulo Neto, diretor da revista literária “aquilino”, Eduardo Boavida, diretor da Bertrand Editora, Anabela Oliveira, docente da UTAD, Paulo Pereira, docente da Universidade de Aveiro, Maria Eugénia Pereira, Membro Integrado do CLC da Universidade de Aveiro e Aquilino Machado, docente do IGOT, da Universidade de Lisboa.

Antes, pelas 14H30, no Largo da Feira, em Vila Nova de Paiva, será inaugurada uma estátua alusiva à temática do romance, da autoria do escultor Ricardo Crista.

Após a apresentação da obra, será também divulgado o número I da Revista Literária da Câmara Municipal de Vila Nova de Paiva “Aqui… Paiva”.

Segue-se um convívio aquiliniano.

Nota: A capa e as ilustrações da obra são da autoria de alunos da Escola Secundária de Vila Nova de Paiva.

 

 

 

Breve sinopse:

Serra dos Milhafres, finais dos anos 40, o Estado Novo resolve impor aos beirões uma nova e dura realidade: os terrenos baldios que sempre tinham sido utilizados para usufruto comunitário e de onde essa comunidade beiroa retirava parte vital do seu sustento, seriam “expropriados”, para reflorestação com pinheiros.

Assim, sem mais nem menos, o Estado chega e autocraticamente impõe que a partir daquele momento os baldios deixam de existir. Implanta-se um clima de medo e de revolta no povo, e é com esse clima de medo que depara Manuel Louvadeus, recém regressado do Brasil para onde emigrara anos antes…

Para o restante da intriga deixamos o convite à leitura.

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