Perante uma audiência ora anuente e subserviente, ora irrequieta e incomodada, decorreu em Davos, na Suíça, um “Conselho de Paz” sob proposta e com presidência vitalícia de Donald Trump.
Além de Trump, o proponente, estiveram presentes líderes ou representantes de 19 países, a saber:
1. Rei do Bahrein, sheik Hamad Isa Al Khalifah;
2. Ministro das Relações Exteriores de Marrocos, Nasser Bourita;
3. Presidente da Argentina, Javier Milei;
4. PM da Armênia, Nikol Pashinyan;
5. Presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev;
6. PM da Bulgária, Rosen Zhelyazkov;
7. PM da Hungria, Viktor Orbán;
8. Presidente da Indonésia, Prabowo Subianto;
9. Vice-PM da Jordânia, Ayman Safadi;
10. Presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev;
11. Presidente do Kosovo, Vjosa Osmani-Sadriu;
12. PM do Paquistão, Shehbaz Sharif;
13. Presidente do Paraguai, Santiago Peña;
14. PM do Catar, Mohammed Al Thani;
15. Ministro das Relações Exteriores da Arábia Saudita, príncipe Faisal Al Saud;
16. Ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan;
17. Chefe da Autoridade de Assuntos Executivos dos Emirados Árabes Unidos, Khaldoon Al Mubarak;
18. Presidente do Uzbequistão, Shavkat Mirziyayev;
19. PM da Mongólia, Gombojavyn Zandanshatar
Este Conselho de Paz é uma espécie de clube onde o presidente vitalício tem ainda direito de veto e cujos países que o integram tiveram que pagar uma joia de 1 bilião de dólares.
Uma análise aprofundada desta lista de associados daria muito pano para mangas, como daria muito que pensar que as grandes potências mundiais recusaram integrá-lo, não se sujeitando às recorrentes pantominas de Donald Trump, bem notórias nos discursos que ali proferiu, eivados de grosserias e de fanfarronices, ditos numa ejaculatória repetitiva, frequentemente confusa e falaciosa.
Trump veio ao “velho continente” insultar os europeus e o mundo, em geral, apoiado numa insana megalomania, num egocentrismo doentio, numa chantagem imposta pela força do poder económico e nuclear, que os lacaios subservientes muito aplaudiram, enquanto aqueles que nem pés lá puseram e lhe viraram ostensivamente as costas, se preparam para implementar estratégias alternativas à imposição desta Nova Ordem Mundial II, de onde a China e a Rússia se alhearam, gizando politicas alternativas e alianças com muitos dos países que não aceitaram elencar este vaudeville de pechisbeque.