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Hélder Amaral

02.12.2013
É pouco, mas é útil

O Orçamento de Estado para 2014 está finalmente aprovado. É um orçamento cheio de riscos, sem seguro contra imprevistos, mas ainda assim não nos deve desviar do planeado: cumprir o programa de ajuda externa no tempo e montantes previstos. Um só programa, um só calendário para saída da Troika, um só pacote financeiro. É assim. Os jardins bonitos são os que crescem planeados. Mas apesar dos sacrifícios que continuara a ser exigido às famílias, aos trabalhadores e às empresas, foi possível corrigir e atenuar alguns aspetos para ajudar quem ajuda, e principalmente para ajudar a economia, principalmente na fiscalidade agrícola: o Orçamento de Estado reduz a carga fiscal aos agricultores e simplifica obrigações. É pouco, mas para o nosso concelho e para o nosso distrito é fundamental.

Colaboradores, última actividade

Este fim de semana Sernancelhe abordou, com figuras nacionais de proa e académicos de relevo o Centenário de Terras do Demo. Um trabalho sério e rigoroso concedendo contributo relevante para o estudo de Aquilino Ribeiro. Hoje, para não variar e porque é dia de feira, deparo-me com mais um “delírio” do Almeida Henriques cronista – […]

19 de Novembro, 2019

Óleo de Palma Não  bastavam os coletes amarelos, a reforma da segurança social e a luta por ser a candeia da Europa, tinha que aparecer o óleo de palma. Uma reviravolta (sugerida/imposta por Macron) aboliu a isenção fiscal ao óleo de palma. Perdeu a Total a vantagem na produção de biocarburante e a maioria ganhou uma […]

19 de Novembro, 2019

  Pelos vistos, em Viseu, quando chove, não existem, presentemente, pavilhões disponíveis, adequados à prática do futsal profissional; – Qual o prazo de validade da concessão do Pavilhão do Inatel, rebatizado por este Executivo, como Pavilhão Cidade de Viseu, à Câmara Municipal? – Quando foi feita a apresentação do Viseu Arena, atual Pavilhão Multiusos de […]

19 de Novembro, 2019

É por vezes “gloriosamente ridícula” a oposição PS à câmara de Viseu. Se umas vezes quase acreditamos que fazem o trabalho de casa, outras pensamos que andam pelo Rossio a ver passar os navios. Até acreditamos que se sintam desmotivados, pois cada vez que abrem a boca, o autarca-mor, de “heresiarcas” para cima os apoda, […]

19 de Novembro, 2019