RUAS vs Almeida Henriques: Quem mente, afinal?

por Rua Direita | 2014.09.28 - 13:46

 

 

Ruas escreve ” Até podia ter alegado que não ia estar presente porque tinha o conselho nacional, mas prefiro invocar outras razões. Aliás, o facto de nunca ter sido convidado para nada já é suficiente para não ter que invocar outras razões.”

AH replica: ” Os antigos presidentes da Câmara, da Assembleia Municipal e Juntas de Freguesia, passaram a estar na lista de protocolo da Câmara e são sempre convidados para todas as cerimónias oficiais do município.”

Todas estas “chicuelinas” feitas em torno da cerimónia da atribuição do Viriato de Ouro, à qual Ruas recusou estar presente, têm uma explicação linear:

Ruas não se conformou em deixar a autarquia que geriu durante 24 anos. Nem a troco de uma sinecura doirada (essa sim!) em Bruxelas. AH nunca foi o seu candidato. Era-o Américo Nunes. AH foi-lhe imposto perante a recusa do nome do seu leal vice, por parte da estrutura partidária. AH tem medo do regresso triunfalista de Ruas. Faz tudo para o ter longe. Menospreza-o. Apouca-o. O menoscabo do tratamento é achincalhante. Ruas nunca teve um feitio fácil. Não o admite. Está, também, no seu direito. AH ainda não percebeu que o seu comportamento e dos seus fiéis colaboradores está a resultar como uma carga de kryptonite a motivar Ruas para o regresso.

AH bem pode cuidar-se porque, se não mudar radicalmente de agulha, 2017 “está no papo”… de Ruas!

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