PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARITIMA

por Rua Direita | 2017.03.02 - 17:04

AVISO À POPULAÇÃO

 

 

 

PRECIPITAÇÃO, NEVE, VENTO E AGITAÇÃO MARITIMA
1. SITUAÇÃO
Situação Meteorológica:

No seguimento do contacto com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), realizado hoje, 2 de março, no Comando Nacional de Operações de Socorro (CNOS) da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), e de acordo com a informação meteorológica disponibilizada salienta-se a partir da próxima madrugada (6.ª feira, 3 de março) e até final do dia de sábado (4 de março):

 

–         Precipitação pontualmente mais intensa (até 10 mm/h) em especial nas regiões Norte e Centro durante a manhã de amanhã (3 de março), passando a regime de aguaceiros que podem ser de granizo acompanhados de  trovoada e que se prolongam para o dia de sábado (4 de março);

 

–         Queda de neve com especial expressão no período da manhã de amanhã (3 de março), acima dos 800 m no Norte e Centro Norte (pontualmente descendo aos 600 m) cujos acumulados podem ultrapassar os 5 cm em especial nas serras Peneda-Gerês, Marão, Alvão, Barroso, Montemuro e Estrela. Não é de excluir também a possibilidade de queda de neve nas serras do Caramulo e S. Mamede;

 

–         Vento moderado a forte, com rajadas até 80 Km/h no litoral;

 

–         Agitação marítima até 5 m na costa Ocidental (em especial a Sul do cabo Mondego) até ao início da manhã de sábado (4 de março).

 

Acompanhe as previsões meteorológicas em www.ipma.pt

 

2. EFEITOS EXPECTÁVEIS

Face à situação acima descrita, poderão ocorrer os seguintes efeitos:

–         Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;

 

–         Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;

 

–         Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;

 

–         Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;

 

–         Danos em estruturas montadas ou suspensas;

 

–         Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;

 

–         Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;

 

–         Possíveis acidentes na orla costeira;

 

–         Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.

 

3. MEDIDAS PREVENTIVAS
A Autoridade Nacional de Proteção Civil recorda que o eventual impacto destes efeitos pode ser minimizado, sobretudo através da adoção de comportamentos adequados, pelo que, e em particular nas zonas historicamente mais vulneráveis, se recomenda a observação e divulgação das principais medidas de autoproteção para estas situações, nomeadamente:

–         Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;

–         Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível acumulação de neve e formação de lençóis de água ou acumulação de gelo, nas vias;

–         Proceder à colocação das correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;

–         Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;

–         Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;

–         Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;

–         Ter especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos costeiros, evitando se possível a circulação e permanência nestes locais;

–         Não praticar atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;

–         Estar atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Projecto na área da comunicação social digital, 24 horas por dia e 7 dias por semana dedicado ao distrito de Viseu

Pub