Paulo Ribeiro recebeu a Medalha de Mérito Municipal

por Rua Direita | 2014.04.07 - 13:12

O diretor do Teatro Viriato, Paulo Ribeiro, recebeu no passado sábado, dia 05 de abril a Medalha de Mérito Municipal pelas mãos do Presidente da Câmara de Viseu, António Almeida Henriques. A condecoração foi entregue na noite em que o executivo camarário e o Teatro Viriato assinalaram os 15 anos do Teatro Viriato, com a reposição do solo Sem um Tu Não Pode Haver um Eu e com o visionamento de um filme institucional sobre a década e meia de atividade regular desta instituição.

Numa oferta singela, Paulo Ribeiro voltou a subir ao palco do Teatro Viriato com o solo Sem um Tu Não Pode Haver um Eu, cuja receita de bilheteira reverteu para a instituição AVISPT21 (Associação de Viseu de Portadores de Trissomia 21).

A homenagem a Paulo Ribeiro foi aprovada por unanimidade pelo executivo camarário em reunião pública de 27 de março, e tendo como argumentos a dedicação com que o coreógrafo e diretor tem vindo a desenvolver o seu trabalho pela afirmação da cultura e da criatividade  em Viseu. Paulo Ribeiro é hoje um dos maiores nomes da dança contemporânea e a sua companhia uma das mais prestigiadas entre as suas congéneres.

O Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques, reconheceu durante a cerimónia que “o panorama da cultura nacional e o panorama da cultura da cidade de Viseu e da região já não saberiam viver sem o Teatro Viriato” e que por isso foi “de elementar justiça entregar a Medalha de Mérito Municipal” a Paulo Ribeiro

“Atribuir a Medalha de Mérito Municipal é algo que não se faz todos os dias. Entrega-se apenas àqueles que merecem. Gostava de realçar que quando levei esta proposta de deliberação à reunião do executivo ela teve a unanimidade, ela teve os votos de todos os vereadores. O que reflete bem o apreço que todos temos pelo trabalho do Paulo Ribeiro.

Para o diretor do Teatro Viriato, este reconhecimento representa “uma sólida relação” que foi estabelecida entre si e a cidade de Viseu.

“Não me canso de repetir que quem faz um teatro não é uma pessoa, é uma equipa. A sorte que tive foi a de me rodear de pessoas fantásticas. E também de ter tido o instinto de me lançar numa cidade fantástica. Estes 15 anos em Viseu foram mágicos, criei relações fortíssimas.”

Fotografia: José Alfredo

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