IVº Festival de Sopas e Encontro de Ranchos – Sernancelhe (Iª parte)

por Rua Direita | 2017.02.17 - 23:40

 

 

Mimoso o dia para a abertura oficial do IVº Festival de Sopas, que já assentou arraiais em Sernancelhe.

Iniciativa da Câmara Municipal local apadrinhada por dezasseis Instituições do Concelho, deu lugar a mais uma renascida tradição daquele território, pelo empenhamento na confecção gastronómica de “caldos de outrora”, cheios de substância e abastados no sabor.

Às 18H00, o vereador da Cultura, Armando Mateus apresentou o evento. Seguiu-se-lhe o Mordomo-Mor da Confraria da Castanha Soutos da Lapa, Alberto Correia, que fez um historial do “caldo” enquanto alimento oriundo do longínquo paleolítico e “conduto” secular dos portugueses. Encerrou a abertura protocolar o presidente do Município, Carlos Silva Santiago, que agradeceu a presença das individualidades e do muito público, historiou um pouco da iniciativa e declarou aberto o festival.

Presentes os deputados do PSD, Pedro Alves e Santos Lima e os presidentes das autarquias – por ordem alfabética – de Moimenta da Beira, José Eduardo Ferreira, de Penedono, Carlos Esteves e de Tabuaço, Carlos Carvalho. Presentes ainda o presidente da Assembleia Municipal, vereadores e presidentes das Juntas de Freguesia.

Aprimorado o acolhedor espaço, várias eram os stands a propor os seus produtos.

Quanto ao “caldo” e por hoje, das 16 propostas cingimo-nos a 5 e já ficámos apaziguados.

A oferta era vasta e plural, desde fálgaros, a enchidos vários.

Sobre as sopas que nos lá levaram, com retorno obrigatório amanhã, podiam provar-se as seguintes:

Creme de cenoura gourmet; caldo de castanha e sopas de:

Peixe; de gravanços com bacalhau; de javali; de castanha; vermelha; da banda; de feijão vermelho; dourada; de cogumelos silvestres; à lavrador; da avó à Zebreira; de cebola; à Pescador; da matança do porco…

Segundo o vereador Armando Mateus, se na edição anterior se consumiram para cima de 2.200 litros de sopa, para este ano espera-se superar este número.

Pela nossa parte, 1 litro já andou.

Ponto alto com o encontro amanhã de vários Ranchos Folclóricos e apresentação do livro de Cristina Castro, “A Doçaria Portuguesa – Norte”

Até amanhã!

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