CONGRESSO DO PS VISEU COM ÁGUAS REVOLTAS

por Rua Direita | 2014.09.21 - 23:51

 

Decorreu durante o dia de hoje no auditório da Aula Magna do IPV o XVIº Congresso Federativo do PS Viseu.

No decurso da manhã usaram da palavra António Borges, actual presidente da federação, Lúcia Silva pelas Mulheres Socialistas e o cessante presidente, antecessor de Borges, João Azevedo.

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Ouvidos alguns dos presentes, a tónica dominante foi de crítica pela animosidade do discurso de Borges, que segundo alguns “entrou a matar” e segundo outros, “usou de um discurso sectário, agressivo e arrogante”. Não se ouviram loas a Borges, chegando a ouvir-se comentários do tipo “uma intervenção de divisão e suspeição de quem diz não andar à boleia de ninguém”.

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Pelo contrário se impôs o longo discurso de João Azevedo. Um dos participantes referiu mesmo que “Azevedo fez História, apelou à união e à conciliação na sua melhor intervenção partidária de sempre”.

Durante a tarde, Ginestal apresentou a moção de António Borges e Acácio Pinto a sua própria moção.

Borges elegeu 50 membros para a sua lista A, Pinto 21 para a lista B, mais 3 do que os previstos.

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Estranhamente, a Mesa do Congresso não tinha nos seus 10 elementos nenhum dos apoiantes de Acácio Pinto. O que foi notado. Outra das atitudes muito comentadas cingiu-se ao facto de Adelaide Modesto, presidente da concelhia de Viseu, não ter tido oportunidade de intervir, tendo levado um dos presentes a referir ” A Adelaide foi proscrita”.

Usaram da palavra mais de quatro dezenas de militantes, entre os quais os deputados Elza País e José Junqueiro.

Finalmente e com uma alocução mais virada para o exterior e centrada no combate ao governo e ao PSD, António Borges passou a palavra ao convidado de honra, João Proença, que encerrou o congresso.

Marcaram presença representações dos vários partidos políticos e das forças sindicais e sectoriais.

 

 

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