António Costa em Mangualde

por Rua Direita | 2015.09.07 - 12:05

Ontem, domingo, o fim de tarde encheu o espaço adjacente às piscinas da Senhora do Castelo, em Mangualde, para dar as boas-vindas ao secretário-geral do Partido Socialista, António Costa.

Mais de 800 pessoas não arredaram pé para o ouvir e aos demais prelectores, tendo usado da palavra o presidente da comissão política local, Marco Almeida, o presidente da Federação António Borges, a cabeça de lista pelo distrito de Viseu, Maria Manuel Leitão, o presidente da Câmara de Mangualde, João Azevedo e António Costa.

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m8Estiveram presentes autarcas do PS, entre eles José Morgado de Vila Nova de Paiva (presidente da CIM-Viseu Dão Lafões), Francisco Carvalho de Penalva do Castelo, o independente José Bonifácio de Aguiar da Beira, o ex-ministro da Saúde Correia de Campos, o ex-eurodeputado Vital Moreira, os ex-secretários de estado Vítor Barros, Simões de Almeida e os  deputados José junqueiro, Elza Pais e Acácio Pinto, entre outros.

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De entre as alocuções proferidas, salienta-se:

Marco Almeida – “As próximas semanas serão particularmente exigentes para todos nós; precisamos de nos manter  activos no sentido de pôr a nu as más políticas implementadas nestes últimos 4 anos pela coligação, mas essencialmente conseguir mobilizar todos os portugueses em torno do projecto do PS.”

Maria Manuel Leitão Marques – “Trabalhei com o António Costa no projecto da Modernização Administrativa que permitiu a criação das Lojas do Cidadão, da Empresa na Hora, do Cartão de Cidadão, do Simplex… conheço o seu trabalho, é um homem em quem os portugueses podem confiar.”

António Borges – “O Distrito de Viseu deve estar mobilizado para o combate que se segue e é nesse combate que nos devemos centrar para dar uma grande vitória ao Partido Socialista.”

João Azevedo – “Nunca ouvi António Costa dizer mal de um camarada; o PS é um partido de inclusão. Peço aos mangualdenses que contribuam com uma grande vitória para o PS, para António Costa no próximo dia 4 de Outubro, assim como a deram nas eleições primárias. Estou e estarei aqui como presidente de Câmara para o ajudar agora e no futuro. “

António Costa deixou a promessa de repor, de imediato, aos funcionários públicos o horário das 35 horas semanais. “Nós dizemos sim, nós reporemos de imediato o horário das 35 horas porque também fizemos as contas e sabemos que podemos repor de imediato as 35 horas na função pública”, assegurou. Ao longo do seu discurso, António Costa defendeu que para se fazer política “é necessário ter as contas certas”. “Este programa do PS não é só um programa de compromissos escritos: é também um programa de contas certas. Cada uma destas medidas foi avaliada no seu custo e no seu benefício”, realçou.

No seu entender, não vale a pena prometer agora o que não forem capazes de cumprir caso venham a ser eleitos. “Quem confiou no actual primeiro-ministro e o ouviu prometer que não aumentava os impostos que aumentou, que não cortava as pensões que cortou, como pode voltar a confiar nele nas próximas eleições?”, concluiu.

António Costa prometeu fazer no país o que um presidente de câmara faz no seu concelho, caso seja eleito nas próximas eleições legislativas, garantindo proximidade e solidariedade às populações.

“Serei o primeiro primeiro-ministro que no país é aquilo que cada presidente de câmara é em cada um dos seus concelhos: um primeiro-ministro próximo e solidário para as suas populações”, disse.

Costa sublinhou que não é por ter deixado de ser presidente de câmara que esqueceu tudo o que aprendeu enquanto exerceu essas funções.

“Quero não só que confiem em mim para estas eleições, como quero que continuem a confiar em mim nas eleições seguintes”, acrescentou.

O líder socialista recordou que ganhou três mandatos para a Câmara de Lisboa, conseguindo sempre aumentar o número de votos de eleições para eleições.

“Sabem qual é a razão pela qual em cada eleição tive sempre mais votos que na eleição anterior? É porque em cada mandato fiz sempre mais do que tinha prometido nas eleições anteriores e fui aumentando a confiança”, sublinhou.

“Passaram meses a perguntar pelo nosso programa e nosso programa está aqui, mas onde está o programa deles? Apresentamos as contas do nosso programa, mas onde estão as contas do programa deles?”, questionou.

O secretário-geral do PS aludiu ainda ao grande objectivo da coligação para a legislatura passada: “pôr a economia a crescer e diminuir a dívida”.

“Chegamos ao fim da legislatura e a economia recuou e a dívida aumentou. Já percebemos que o forte deles não são as contas e, por isso, não querem apresentar contas!”, sustentou.

António Costa apontou ainda que a coligação de direita veio dar “palpites sobre as contas do PS, demonstrando bem que nem sobre as contas se entendem”.

“Um diz que uma medida custa 9 mil milhões, outro 6 mil milhões e outro 14 mil milhões. Para eles é tudo a mesma coisa: as contas não contam nada porque não são capazes, não foram capazes e não serão capazes de ser gente de contas certas”, concluiu.

António Costa rematou afirmando querer ser “um primeiro-ministro próximo e solidário para as suas populações”

 

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Projecto na área da comunicação social digital, 24 horas por dia e 7 dias por semana dedicado ao distrito de Viseu

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