Ó Sobrado… você é um querido!

por PN | 2018.12.10 - 16:33

 

Bem dita a hora em que o Jorge aterrou em Viseu, vindo do Norte ou do Sul, tanto faz, para abanar as abulias desta tão sossegada terrinha.

Aliás, a sua chegada e as conquistas que tem granjeado com tanto mérito quanto louvor, só nos vêm confirmar o “avant-gardisme” e o visionarismo do grande autarca que é Almeida Henriques.

Ele previu em si a esplendência que outros menos avisados nunca lobrigaram, e alcançou mais longe ainda ao ver em si um novo Viriato, destemido e digno, ostentador de suas presentes e futuras vírias.

Viseu, em boa verdade, já não passa sem si. Talvez por isso, a presciência de que, se um é bom, dois… é o Parnaso em toda a sua irradiante luz.

E escusa o meu amigo, na humildade que Deus lhe concedeu, de se desculpar por trazer a sua fotocópia, o Pedro, claro, como associação de “um dever a um grande prazer”.

Deixe-se disso, mesmo custando-lhe, não seja pândego!

O Jorge cumpria um acto de utilidade pública trazendo a família toda. Ignoro se há mais Pedros, mas se não for Pedro, que seja Simão, Mateus, João, Paulo, Tomé, Tadeu… traga-os, desde que não venha o Judas, pois esse, dizem, por 30 dinheiros é homenzinho para trair o chefe…

Ainda bem que a sua costumeira transparência o alenta a partilhar com o Povo estes bonitos momentos, estes dulcificantes clichés, estas palavras tão belas:

A pedido de várias famílias, partilho esta imagem: eu e o Pedro…

Eu si que sim. Aliás, acabo de estar com o Compadre Zacarias que me confidenciou ser uma das famílias que pediu veementemente ao Pai Natal que os trouxesse e aos outros, que porventura ainda lá tem em casa.

Você é tão querido, ó Jorge…