Domingo – tarde de ir ao cinema

por PN | 2019.12.08 - 13:01

Um domingo farrusco e a prenunciar chuva. Duas hipóteses: ou ficar em casa ou ir ao cinema.

Incontestavelmente e no top estaria “O Irlandês”, porém, ainda não chegou a terras do Viriato. Nem chegará, pelos vistos, pois há guerra entre distribuidoras…

“Depois de um longo período de negociações, o novo filme de Martin Scorsese não estreará nas salas de cinema portuguesas, avança o jornal Público. “O Irlandês”, que retrata o mundo das máfias norte-americanas com a presença dos actores Robert De Niro, Al Pacino e Joe Pesci, será exibido somente na plataforma da Netflix, detentora dos direitos sobre o filme, a partir do dia 27 de novembro, data da estreia mundial anunciada pelo serviço de streaming.” (in Observador)

Um filme de Martin Scorsese com Robert De Niro, Al Pacino, Joe Pesci, Harvey Keitel.

A seguir, “Joker

Aproveite, se ainda não viu, pois em breve sairá das salas de cinema. Um filme desconfortável e inquietante.

“Início dos anos 1980; os tempos são duros; a cidade parece uma enorme lixeira devido à greve dos trabalhadores que recolhem o lixo, o ambiente é sujo e nojento, os ratos crescem, há uma grande tensão entre a classe baixa e a classe alta, o crime aumenta e o clima geral é de infelicidade.

O protagonista, Arthur Fleck, sobre de uma doença mental que o faz rir de forma espontânea e incontrolável em momentos inoportunos. Com o sonho de se tornar comediante de stand-up, Arthur ocupa o seu tempo a trabalhar como palhaço de rua para que, no final do dia, quando chega a casa, tenha de tratar da sua mãe doente. “

Finalmente, “Le Mans 66′ – O Duelo

Um filme para quem gosta de automóveis, de corridas e de… Le Mans.

O célebre duelo Ford-Ferrari…

“Baseado na história real do visionário “car designer” Carroll Shelby e do destemido piloto britânico Ken Miles .
Em 1959, Carroll Shelby está num momento alto da sua carreira após o triunfo na mais difícil corrida do mundo do automobilismo, as 24 Horas de Le Mans. Mas a sua maior vitória é seguida por um golpe devastador quando os médicos o informam de que não poderá voltar a competir devido a um problema cardíaco.

Shelby reinventa-se como designer de automóveis, a partir de um armazém em Venice Beach, na Califórnia, onde trabalha com uma equipa de engenheiros e mecânicos que inclui o impetuoso piloto de testes Ken Miles. O britânico é fenomenal atrás do volante, mas fora do carro é arrogante, brusco e intransigente.
Em 1963, Henry Ford II, filho do fundador da marca, decide que a Ford Motor Company tem de aumentar a presença nas corridas de automóveis e tenta comprar a Ferrari, que atravessa dificuldades financeiras.

O negócio falha no dia da assinatura do contrato, quando Enzo Ferrari tem um ataque de fúria ao ler a cláusula em que os americanos exigem aprovação prévia do orçamento de competição da marca de Maranello. Após uma série de insultos, “Il Commendatore” abandona a sala perante a estupefacta delegação da Ford.
Humilhado, Ford decide vingar-se e investir diretamente num carro que bata a Ferrari na maior prova mundial, a devastadora, perigosa e imprevisível corrida de 24 horas no circuito de La Sarthe, em Le Mans.
Quando o novo Ford GT40, falha com estrondo diante do domínio avassalador dos italianos, a marca americana decide recrutar Shelby que, em 1964, vencera a categoria GT com o Shelby Daytona Coupe e fora quarto à geral, atrás dos Ferrari.

Determinado a vencer todas as adversidades, Shelby, com a ajuda de Miles e da sua pequena equipa, têm de combater as interferência da Ford, as leis da física e os seus próprios demónios pessoais para transformar o GT40 num veículo revolucionário que superará a concorrência.
Mas seus esforços incansáveis têm um preço…”