“As empresas de comunicação tecnicamente falidas…”

por Paulo Neto | 2017.01.01 - 18:39

 

 

Ainda para 2017 seria bom que, de uma vez por todas, a imprensa portuguesa entendesse que Angola é um país independente e que, como tal, tem todo o direito de pensar pela sua cabeça e não andar ao som da música que lhe querem impingir empresas de comunicação tecnicamente falidas que não olham a meios para tentar aumentar as suas fracas audiências”, lê-se no editorial.”, lê-se no editorial de hoje escrito por José Ribeiro no Jornal de Angola, meio de comunicação estatal e mass media veiculador das “notícias interessantes” do regime vigente.

O pérfido da notícia é invocar “empresas de comunicação tecnicamente falidas”, referindo-se ao grupo Impresa de Pinto Balsemão, com o intuito de o desacreditar, por arrasto desacreditando “the news” publicadas. Elementar, caro Ribeiro…

É evidente que não se referia ao semanário “O Sol” que pertence ao grupo Newshold, detido pela sociedade Pineview Overseas SA, com sede no offshore do Panamá. A Newshold é uma empresa familiar luso-angolana detida em partes iguais por Álvaro Madaleno Sobrinho, Carlos de Oliveira Madaleno, Generosa Alves dos Santos e Silva Madaleno, Sílvio Alves Madaleno e Emanuel Jorge Alves Madaleno, ou à Global Media Group do empresário angolano António Mosquito (27,5%) e Joaquim Oliveira (27,5%) mais o genro de Cavaco, Luís Montez (15%).

A impunidade e despudor desta gente que comprou o 4º poder…