ANTÓNIO COSTA: UMA LIDERANÇA FORTE PARA O PS E PARA O PAÍS

por Acácio Pinto | 2014.09.29 - 13:22

 

 

O processo das eleições primárias está fechado. Os militantes e os simpatizantes do PS estão de parabéns pelo grande sinal de participação e de civismo que deram ao país.

Mobilizaram-se e quiserem ir a votos num processo que irá, doravante, ser um caminho irreversível, não só no PS.

Ganhou, inequivocamente, António Costa, perdeu António José Seguro, que de imediato apresentou a sua demissão de secretário-geral do Partido Socialista.

Glória ao vencedor e honra ao vencido.

E o que importa neste momento assinalar é essa janela de esperança que se abre para o PS e para os portugueses. De facto António Costa concita sobre si um forte apoio popular e é olhado como um líder com a capacidade, a arte e o engenho necessários para poder dar combate sem tréguas a este governo de direita que nos últimos três anos nos trouxe até aqui. Até ao maior desemprego de sempre, até à maior dívida pública de sempre, até ao maior caos na educação de sempre, até ao maior caos na justiça de sempre, até ao maior aumento de impostos de sempre, até ao maior corte nos vencimentos e nas pensões de sempre.

E este combate tem que ser feito com frontalidade, sem tergiversações e sem cedências ao populismo que, por vezes, tanto nos cega quando se trata de apresentarmos opções políticas.

Mas para que este combate seja ampliado e sustentado em toda a linha impõe-se uma união de esforços no PS, uma forte unidade na ação política e uma abertura do PS à participação da sociedade na construção da sua agenda política concreta para o curto prazo, mas sobretudo para o longo prazo, para a década como tem vindo a afirmar António Costa.

Nós, no distrito de Viseu, não poderemos deixar de estar na linha da frente na defesa de políticas positivas para o interior, na defesa de políticas de coesão territorial, de políticas que sendo boas para o interior o são, de igual modo, para o litoral, para as áreas metropolitanas.

Mas no imediato, e desde já, aquilo que o PS tem que fazer, para fechar este ciclo, é marcar a eleição do secretário-geral, de António Costa, obviamente, e um congresso nacional para eleger os seus órgãos partidários e definir a sua agenda para as próximas eleições legislativas.

A responsabilidade de António Costa e do PS, como se vê, é grande, concentremo-nos, pois, naquilo que verdadeiramente importa, mais do que para o PS, naquilo que importa para Portugal e para os portugueses.

Eis o, não pequeno, desafio de António Costa e do PS!

 

Deputado do Partido Socialista (PS) na XII Legislatura eleito pelo Círculo Eleitoral de Viseu

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