CASA DA SÉ – “Demora-te nos meus Olhos”, Rosa Fonseca

por Rua Direita | 2015.05.22 - 09:57

Apresentação na CASA DA SÉ – Sábado, 23 de Maio, 16h

“Demora-te nos meus Olhos”, de Rosa Fonseca

                                                                                

Poesia pura! Será, sem dúvida, uma das revelações do ano nesta vertente literária. Um livro belíssimo. De uma elegância, fluidez, musicalidade e ritmo que ultrapassam em muito as nossas mais generosas expectativas. “Ler os poemas de Rosa Fonseca é ceder ao desafio de nos demorarmos, um pouquinho que seja, naquilo que é essencial. E neste livro encontramos, de facto, bons motivos para nos demorarmos: porque nele nos vemos e revemos, porque nele nos perdemos e achamos, porque nele se procura e encontra um pouco daquilo que há de essencial, em nós próprios, claro está, mas também em tudo o que nos rodeia.”  Miguel Almeida

 

É um livro que me encaminha a visitar-me noutra morada. Escrevo nele o mapa emocional que nos entrelaça à vida…mais uma vez”       Rosa Fonseca

                                                                                             

                                                                                                                                                                                                                                                                                         

rosa m

 

Sobre a Autora

Rosa Fonseca nasceu em Aveiro. Cidade onde vive e fez alguns dos seus estudos.

É licenciada em Estudos Especiais Especializados e Educação especial. Frequentou o curso de Línguas e Literatura Moderna.

Exerce a profissão de Docente em Educação Especial.

“Entre a alma e o mar”, foi o seu 1º livro, editado em dezembro de 2012.

Seguiram-se quatro colectâneas. Nomeadamente, Erotismus-Apelos e Impulsos, Essência dos Sentidos I, Essência dos Sentidos II e Contigo, para Sempre – as mais bonitas histórias de amor.

Em julho de 2014 edita “Demora-te nos meus olhos”, com a chancela da Editora Esfera do Caos.

É na escrita, que se (re) encontra… “Visito-me noutra morada”, confessa.

“Só entendo a poesia como o meio mais elevado de comunicação de sentires, de emoções… a essência dos afetos. A verdade intrínseca”…

“Não tenho memória de me faltarem as palavras imbuídas de emoção, com as quais componho os meus poemas… Sou inteira na poesia, como na vida. Só escreve poesia quem entende o que ama”…

 

Projecto na área da comunicação social digital, 24 horas por dia e 7 dias por semana dedicado ao distrito de Viseu

Pub