Pedro Passos Coelho estará em Viseu

por Rua Direita | 2017.06.08 - 19:33

“Nada define o Poder Local como a aproximação às pessoas, aos seus anseios e problemas. São elas o coração da vida política local”

Sábado, dia 10 de junho, pelas 16h00, Pedro Passos Coelho visitará a Feira Medieval de Lamego. Pelas 21h00, estará presente na apresentação dos candidatos autárquicos do distrito de Viseu (Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu / Av. Cor. José Maria Vale de Andrade, Campus Politécnico Santa Maria, Viseu).

Em Viseu, o líder do maior partido português reiterará a confiança nos candidatos social-democratas, que são os melhor preparados para servir as suas cidades e as suas freguesias. Tal como já disse, o PSD fez as melhores escolhas, para dar futuro a Portugal.

O líder social-democrata regressa ao distrito de Viseu, depois de ter estado, no final no ano passado, em Resende, altura em que defendeu a importância de se desenvolver a sério o projeto de descentralização. Tal como afirmou, “existe hoje uma nova geração de quadros autárquicos capaz de receber mais competências do Estado central. Podemos atribuir-lhes mais competências e mais responsabilidades, para que possam fazer melhor aquilo que o Estado não faz tão bem”.

O PSD tem liderado, aliás, a discussão em torno da descentralização em Portugal. Quer no debate do Orçamento do Estado para 2016, quer no debate do Programa Nacional de Reformas e em várias iniciativas legislativas, os social-democratas têm apresentado várias medidas para descentralizar competências, mas estas têm sido chumbadas ou postas na gaveta pelo atual Executivo. Ainda recentemente, em Oliveira do Bairro, o presidente do PSD reiterou que as intenções do Governo para a descentralização ficam aquém do necessário.

Foi também em Oliveira do Bairro que o líder da oposição defendeu que o Governo não pode achar que “os membros do Executivo podem governar como se fossem impunes, sem dar explicações ao País, quando nos deparamos com problemas sérios de contradições”, como foi o caso recente da retirada três paraísos fiscais da lista negra, cessando a obrigatoriedade de comunicar as transferências efetuadas.

Também recentemente, Pedro Passos Coelho desafiou o Governo a emitir dívida a 15 anos, pois esta seria uma boa maneira de transmitir confiança para futuro às agências de rating para reverem a notação se Portugal. Sobre os contratos das rendas de energia, o líder social-democrata afirmou que “no que diz respeito a rendas da energia, só o nosso governo cortou 4 mil milhões, e quase metade desse valor recaiu sobre a EDP”.

O Governo do PSD fez também reformas ambiciosas nesta área. Por exemplo, implementou um pacote de medidas para permitirem uma redução significativa de custos do Sistema Elétrico Nacional (SEN), para os consumidores que se destinava a assegurar uma trajetória de eliminação da dívida tarifária até 2020 e a limitar entre 1,5% e 2% por ano (acrescido de inflação) o aumento médio das tarifas aos consumidores. As reformas do anterior governo na área da energia e das alterações climáticas permitiram atingir o valor de 62% de utilização de fontes energéticas renováveis na eletricidade e o nível mais baixo de dependência energética do exterior (71%) dos últimos 20 anos, colocando o País na lista dos dez países com melhor desempenho energético publicada pelo Fórum Económico Mundial.

Foi ainda o anterior governo quem extinguiu as tarifas reguladas de eletricidade e gás natural e estabeleceu tarifas transitórias, incentivando a passagem dos consumidores para o mercado.

Projecto na área da comunicação social digital, 24 horas por dia e 7 dias por semana dedicado ao distrito de Viseu

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