“Agora Viseu” – uma cronologia da apresentação da candidatura do CDS-PP…

por Rua Direita | 2017.09.04 - 17:08

 

 

Decorreu no passado sábado, dia 2 de Setembro, a apresentação da candidatura do CDS-PP à Câmara Municipal de Viseu.

De entrada, com uma tonitroante arruada de bombos, a expectativa era desde logo alta.

No auditório do IPV, aproximadamente uma centena e meia de candidatos, simpatizantes, militantes e familiares dos candidatos disse presente.

A mesa, composta por duas mandatárias, uma judicial, Cláudia Dias e outra para a juventude, Dilma Silvestre, contava ainda com Carlos Cunha, presidente da concelhia local, a cabeça de lista da candidatura, Paula Amaral, Hélder Amaral, presidente da distrital e também deputado centrista e Adolfo Mesquita Nunes, o vice-presidente do CDS-PP, os quais foram sendo parcialmente chamados à mesa por entre harmoniosos arranjos musicais do hino do partido.

Escoados quase 10 minutos percebeu-se ter ocorrido uma “falsa partida”, pois os bombos voltaram a ser chamados a toar e só ao 15º se reapresentaram os elementos da mesa.

Ele é daqueles que nunca desiste e acredita que o CDS-PP no distrito de Viseu pode chegar ainda mais longe”, deste modo foi crismado Hélder Amaral.

Por seu turno, a apresentadora Paula Jacinta, em off e gravação prévia assim se referiu a Paula Amaral, a candidata: “Até há pouco uma ilustre desconhecida no meio político local, aceitou com coragem e sem receios o convite para liderar a candidatura autárquica do CDS-PP em Viseu. Mulher e mãe, destemida, corajosa e frontal, convosco a candidata…

Finalmente, ao minuto 18 começou a discursar Carlos Cunha, que se dirigiu ao auditório com um magnífico: “Boa tarde Viseu…” ficando-se a saber que estava ali “de corpo e alma” para apoiar a candidata.

Ao 30º minuto foi chamada a mandatária para a juventude que proferiu o discurso mais arejado da tarde.

Ao 42º minuto foram chamados ao palco os 17 candidatos às freguesias.

Ao 49º minuto foi dada a palavra a Hélder Amaral que enfatizou os seus “32 anos de vida dedicados ao partido” e acrescentou directamente para o presidente da concelhia: “Se o resultado não for bom, não for aquele que nós esperamos, o responsável sou eu.” Agradeceu “à nossa rainha, Paula Jacinta Amaral” de quem se confessou um “grande fã.

Ao 76º minuto a voz off chamou, finalmente, a candidata à autarquia viseense, que assim começou: “Boa tarde Viseu, caros amigos, permitam que lhes chamem assim…” De seguida  e durante 20 minutos enunciou o seu programa do qual se destacam as seguintes linhas:

Atração empresarial; criação de uma feira agro industrial; cultura; desporto; transparência; inclusão social; luta pela excelência; a excelente situação financeira da Câmara que permitirá uma política fiscal para captação de empresas, baixando os impostos municipais como a derrama, o IMI, o IMT; novas políticas de promoção dos parques industriais e de eventos, nas áreas da investigação, desenvolvimento e ciência; sem esquecer a saúde e as artes; fixar as pessoas com políticas amigas das famílias, restituição de parte do irs, o cheque bebé; companhia de dança; bandas internacionais; alimentar a life style do desporto; requalificar o Parque Desportivo do Fontelo…

Lembramos que a candidata vem profissionalmente da COAPE, em Mangualde, onde é braço direito do candidato PS a vereador da câmara local, Rui Costa, “directora financeira e directora de recursos humanos”, tendo feito uma carreira fulgurante na banca – se bem que efémera – onde chegou a gerente do BPI.

O Rua Direita auspicia os maiores sucessos a esta “Mulher e mãe, destemida, corajosa e frontal” e Agora, líder política do CDS-PP de Viseu.

 

Nota: Da mandatária para a juventude do CDS-PP recebemos a seguinte rectificação, que além de estar publicada como comentário, aqui se deixa registada:

“Enquanto mandatária da juventude do CDS-PP, informo que o meu nome foi incorretamente escrito. É Vilma, e não Dilma, por isso agradeço retificação, para que não se estabeleçam outros paralelismos indevidos!
Quanto à voz off, ouvida na Apresentação, informo que não se trata da voz gravada de Paula Jacinta Amaral, mas de Elisa Lemos, também candidata à Assembleia Municipal, que se encontrava na cabine de som. Este discurso foi produzido ao longo da sessão.
Agradeço que procedam a estas correções para que o texto que ora apresentam corresponda ao que efetivamente se verificou no dia 2 de setembro.
Grata pela atenção,
Vilma Silvestre”

 

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