Viseu, o proliferante lixo e a faustosa “barraca”…

por PN | 2018.12.03 - 10:29

 

 

Este executivo camarário vem-no a provar ao longo de mandato e meio autárquico: convive muito bem com o lixo que enxameia a Melhor Cidade para Viver.

Não é preciso andar 100 metros, por exemplo em frente à sede da “famosaViseu Marca – a tal que tem dificuldades em apresentar as suas contas –  para o encontrar por todo o lado e até em sítios de muito movimento.

Fala-se em vandalismo, mas quando um utente busca um recipiente de lixo, a maior parte das vezes, encontra-o repleto, sem possibilidade de lá deixar o que quer que seja. Também aqui há incúria.

Mas, na “jóia da coroa”, o centro histórico da cidade, situações como aquelas que a imagem documenta são banais e em épocas festivas nas quais é suposto haver um maior (?) afluxo turístico.

Para este executivo camarário a “parada” cinge-se a dois ou três sítios estratégicos da cidade, privilegiados com a máxima das atenções, estando quase todo o resto do território urbano ao “Deus-dará”.

Não bate a “bota com a perdigota” para quem, por exemplo, gasta dezenas de milhares de euros a montar e desmontar a “barraca” do mercado 2 de Maio – a acrescer aos 75 mil gastos para adquirir o “emplastro e não utiliza os muitos recursos humanos do município nessas tarefas. Nota: Os contratos infra são um mero e ínfimo exemplo…

Há que vitalizar o empreendedorismo local e nacional, como é possível constatar, por mero exemplo, com o muito trabalho dado a uma determinada tipografia portuense – vá-se lá saber porquê? – quando as tipografias locais muito bem dariam conta do recado…

 

 

(Foto de abertura Sofia Pereira)